Streaming ao vivo de vídeos é um novo desafio das redes

 O sinal de alerta surgiu nos últimos anos com o crescimento exponencial do tráfego gerado por sites como Twitch e Tweetcast


O sinal de alerta surgiu nos últimos anos com o crescimento exponencial do tráfego gerado por sites como Twitch e Tweetcast


Um novo desafio que tem preocupado os provedores de banda larga europeus é o crescente volume de streamings de vídeo ao vivo que estão surgindo. O sinal de alerta surgiu nos últimos anos com o crescimento exponencial do tráfego gerado por sites como Twitch (que transmite partidas de videogame ao vivo) e Tweetcast (para transmissões ao vivo via Twitter). A pressão decorre do fato de que, além de uma grande quantidade de usuários assistindo aos vídeos, o que gera demanda de tráfego no downstream, existe um volume muito grande de usuários transmitindo conteúdos, o que gera uma grande pressão no upstream.

E esse tráfego tem uma característica diferente do compartilhamento de vídeos e fotos em redes sociais ou no YouTube, pois são fluxos de dados muito mais longos e permanentes. Segundo Dan Sahar, cofundador e diretor de TV a da Qwilt, uma empresa que desenvolve plataformas para transmissões ao vivo pela Internet, esse tipo de tráfego é que será responsável por fazer com que o volume de vídeo no total de tráfego pela Internet passe de 70% hoje para mais de 90% nos próximos dois anos.

“O que o Twitch fez com a Internet nos últimos meses é tão relevante quanto o que o YouTube ou Netflix fizeram. Hoje o volume de pessoas que estão transmitindo conteúdos ao vivo por longos períodos cresce de forma assustadora”, disse ele, em apresentação durante o Cable Congress 2014, em que operadores de cabo e banda larga da Europa admitiram, durante os debates, que o perfil do tráfego dos usuários está mudando muito em função desses novos serviços e exigindo ajustes na rede que não eram esperados.

O Twitch já gera mais tráfego de vídeo, por exemplo, do que serviços como Amazon, Hulu ou Facebook. Netflix, YouTube e Apple (iTunes), que geram tráfego sobretudo de downstream, e ainda são os principais ofensores da rede. (Teletime)

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